sexta-feira, dezembro 28, 2007

Viana inaugura a 20 de Janeiro nova biblioteca projectada por Siza

"A nova Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, desenhada por Álvaro Siza e orçada em cerca de 4,5 milhões de euros, será inaugurada no próximo dia 20 de Janeiro.Por enquanto, decorre o processo de transferência das várias colecções e arquivos que, no total, deverão rondar os 90 mil documentos. "Uma grande parte das colecções já foram transferidas, mas a documentação mais antiga está a ser alvo de um trabalho de higienização e desinfestação, que ainda demora", explicou ao DN Rui Viana, director da Biblioteca Municipal, actualmente a funcionar no edifício da Câmara.A inauguração da biblioteca marcará o início das comemorações dos 750 anos da atribuição do Foral ao município. Localizada no extremo nascente da nova Praça da Liberdade, a biblioteca é constituída por um volume elevado de cerca de 1850 metros quadrados, com um vazio central, no piso térreo, permitindo a vista sobre o rio Lima a quem se encontra a norte da estrutura obtida pela elevação do primeiro andar.O edifício contempla uma sala de trabalho, secção multimédia, vídeo e áudio, várias zonas de leitura, uma área para o Centro de Informação e Documentação Europeia e outra para auto-formação de adultos e aprendizagem à distância. Os mais novos contam também com um espaço próprio (que não colide com a área de leitura), com uma sala do conto, atelier de expressão e zonas de leitura.Quanto ao espólio, é constituído por três fundos: um de livros de consulta livre; outro de periódicos, entre os quais alguns centenários, e um outro de colecções mais antigas, este de acesso mais limitado. Em curso está já o processo de transferência dos cerca de 90 mil volumes que, a 2 de Janeiro, obrigará ao encerramento das actuais instalações.O serviço, acrescentou o director da centenária biblioteca pública de Viana do Castelo, será suspenso até ao dia 20, passando depois a funcionar já no novo edifício, na marginal do rio Lima - que oficialmente abriu portas em Setembro para acolher a reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE. No piso superior da nova infra-estrutura ficam as três salas principais, designadamente a Sala Luís de Camões, voltada ao rio, que está apetrechada com uma mesa oval em bétula com 32,5 metros de perímetro, executada pelo marceneiro José Simões, sob projecto de Siza, e que serviu de base à reunião dos 27 ministros, a 7 e 8 de Setembro"

quinta-feira, dezembro 20, 2007

Biblioteca de Alexandria vai debruçar-se sobre cultura grega

"A Biblioteca de Alexandria vai criar até finais de 2008 um Centro Alexandrino de Estudos Helénicos, que servirá como ponte de cultura no Mediterrâneo, foi hoje anunciado em Atenas"

Fonte: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=72249

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Boas festas......

O concurso de vídeos “BiblioFilmes – Livros, Bibliotecas, Acção!”

"O Concurso

No âmbito do Plano Nacional de Leitura lançado pelo Governo de Portugal, um grupo de professores, decidiu criar um concurso que pretende lançar um desafio à comunidade da Língua Portuguesa a fazer um "filme" (em vídeo ou telemóvel) a contar a sua história e provar o quanto gostam da sua biblioteca e/ou de um livro."

Há “Contrabando” na Biblioteca Pública

"A encenação de “Contrabando Original”, adaptada pela Companhia de Teatro “O Dragoeiro” a partir da obra com o mesmo nome do autor açoriano José Martins Garcia, revela-se inesperada, desconcertante, animada e irónica. Vernácula, também.
A peça, original, estreou ontem e volta hoje a “subir ao palco” às 16h00 e 21h30, no auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.O “Açoriano Oriental” assistiu ao ensaio de um dos momentos da peça e conversou com a “contrabandista-mor”, Ana Amorim.A encenadora explicou que nesta adaptação feita por Ana Lúcia Santos, é-nos mostrada “a progressão na vida do principal personagem, Miguel Rafael, sob vários pontos de vista.”Em Monte Bravo, terra “inventada” por José Martins Garcia no Pico, ilha onde nasceu, é “onde tudo se passa, onde nada acontece, onde as pessoas estão todas paradas” e onde surge a vontade de “querer sair”.O cartaz diz que a peça é para Maiores de 16, uma indicação institucional mas, reconhece Ana Amorim, este não é, “definitivamente, um espectáculo para crianças”. Isto porque, explica, a escrita de José Martins Garcia não é “de fácil leitura e não é de fácil compreensão para uma criança”. Durante cerca de uma hora e meia, quem for à Biblioteca pode “esperar ver muito contrabando e ver uma grande loucura teatral que nós construímos juntos...”, diz.Em palco estão três divertidos jovens actores, a levar a sério.Carolina Bettencourt, de 23 anos, partiu de São Miguel para frequentar o curso de teatro, que já concluiu e ser actriz. Percebe bem o sentimento de “insularidade” que extravasa da peça.“A solidão da ilha e a solidão por não ter ilha”, comenta.Ela e Frederico Amaral, de 22 anos, conheceram-se já lá vão uns anos, ainda antes do sonho e da vontade de ser e fazer os ter levado até à Academia Contemporânea do Espectáculo, no Porto.Para Frederico, estar no “Dragoeiro” e interpretar esta peça é também tentar explicar o que “é ser açoriano e sair da ilha, o que é muito difícil de explicar... “.“E regressar”, perguntamos? “Regressar é sempre muito bom, eu por mim vivia aqui sempre, mas isso não é possível nesta profissão”, responde.Já de André Nunes, de 28 anos, nascido em terras do continente e que depois da participação na novela “Ilha dos Amores” aparenta ter sido enfeitiçado pelos Açores, quisemos saber se é assim tão difícil perceber o que é ser-se açoriano.“Parece-me que não... Já vivi junto a uma praia, numa aldeia piscatória, com ausência de oportunidades, onde existe vontade de sair e onde quem não sai fica preso aos grilhões do tempo, como diz o texto”, mas não é o mesmo que “ter oceano por todo o lado”, pondera.Francisco Amaral faz outra citação: “A vida fora da ilha não é assim tão boa, a vida fora da ilha não é assim tão má!”Para ver, rir e... Reflectir. "

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Encontro com Escritores na Moita - Manuela Gonzaga apresenta livro na Biblioteca Municipal

"A escritora Manuela Gonzaga vai estar na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, no dia 15 de Dezembro, pelas 15 horas, para participar na iniciativa “Encontro com Escritores” e apresentar o seu mais recente livro da colecção “O Mundo de André”, intitulado “André e o Lago do Tempo”.
Manuela Gonzaga, natural do Porto, é licenciada em História e trabalhou como jornalista em vários órgãos de comunicação social. A escritora é colaboradora regular das revistas “Vogue”, “Máxima” e “História”. Sinopse:Durante um passeio da escola ao Oceanário, André desaparece. A polícia encontra-o horas mais tarde, mas o rapaz não explica o que lhe aconteceu. Dias depois, o menino cai à cama e fica cheio de febre. Depois de curado, André espreita a Esfera Mágica, entrando num mundo hostil, um reino de metamorfoses, onde um monstruoso caranguejo o aguarda."

Na Biblioteca de Setúbal - Apresentação de livro de Crónicas

"Crónicas de um Cidadão Comum, de Augusto Martins, é apresentado na sexta-feira, às 18h00, na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal.
O livro, refere um texto da editora, é a "autobiografia de uma pessoa perfeitamente comum que romanceia os episódios mais significativos da sua vida".O autor, natural do Torrão do Alentejo, vive em Setúbal. "

Fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=130771&mostra=2

segunda-feira, dezembro 10, 2007

BN:Compra de obras de Mário de Sá Carneiro foi «fundamental»

"A aquisição do manuscrito «Indícios de Oiro», colectânea de poemas de Mário de Sá-Carneiro, e de outros três cadernos do autor, foi «fundamental para o património bibliográfico nacional e para a cultura portuguesa», afirmou hoje Jorge Couto.
Em declarações à Agência Lusa, o director da Biblioteca Nacional (BN), que representou quinta-feira à noite o Estado no leilão da Galeria Potássio4, adquirindo as obras por um total de 33.000 euros (incluindo taxas) acrescentou que o manuscrito «passa a ser o documento mais importante do espólio do escritor» na posse da Biblioteca.
As obras - «também muito importantes para a história do Modernismo português» - vão juntar-se ao espólio de 72 documentos de Mário de Sá-Carneiro detidos pela BN, constituído por poesias, contos, escritos de juventude, cadernos escolares e cartas.
«Infelizmente, o autor destruiu muitos dos seus escritos e por isso são poucos os que restaram, daí o seu valor», sublinhou o responsável, acrescentando que foi possível recolher alguns que enviou a amigos, nomeadamente a Fernando Pessoa. Mário de Sá-Carneiro nasceu em 1890 e faleceu em 1916.
Jorge Couto referiu que o manuscrito «Indícios de Oiro» tinha um valor-base de licitação de 5.000 euros e a leiloeira previa que atingisse 7.500 euros, mas «surgiram muitos interessados em adquirir o documento, que acabou por atingir 19.000 euros», e o Estado exerceu então o seu direito de opção de compra.
O director da BN, presente no leilão, salientou que a compra do manuscrito e de outros três cadernos de Mário de Sá-Carneiro «representou um esforço muito elevado para o Ministério da Cultura, sobretudo pela inesperada elevada licitação».
Os três cadernos de Mário de Sá-Carneiro adquiridos pela BN também atingiram 8.500 euros, quando a base de licitação era de 1.500 euros e previa-se que não ultrapassassem os 2.500.
Dois dos cadernos contêm muitas notas do escritor e também as revistas Orpheu 1 e Orpheu 2. Num terceiro caderno, criado postumamente, foram reunidos recortes de jornais soltos nos quais também estão contidas algumas anotações.
Um quarto caderno de Sá-Carneiro foi arrematado por 7.200 euros (a base de licitação era de 700 euros) mas não chegou a ser adquirido pela BN, porque, justificou o director, «continha apenas recortes de jornais, sem notas manuscritas».
No leilão foi ainda arrematada por 11.000 euros uma fotografia de Fernando Pessoa aos dez anos, com uma dedicatória, oferecida pelo poeta a uma amiga.
«Os documentos essenciais foram adquiridos pela Biblioteca Nacional», concluiu o responsável, observando que não foram dados a conhecer no leilão os compradores do caderno de recortes nem da fotografia de Pessoa, pois «a licitação decorreu praticamente toda pelo telefone e pela internet».
O manuscrito «Indícios de Oiro» e os três cadernos vão receber um tratamento especial de limpeza e preservação antes de se reunirem ao restante acervo do escritor detido pela BN, e deverão estar disponíveis para consulta dentro de cerca de três meses, indicou à Lusa."

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Beja cria novo arquivo para conservar acervo com um século

"A Câmara de Beja anunciou a recuperação de um edifício na cidade para albergar o Arquivo Municipal, cujo acervo, que inclui documentos com mais de um século, está espalhado por diversas instalações da autarquia.
«O objectivo é criar um único espaço para albergar e conservar todos os documentos do Arquivo Municipal de Beja (AMB), alguns com mais de 100 anos, que actualmente estão espalhados em várias instalações da autarquia», explicou hoje à agência Lusa o vereador Francisco Caixinha.
Num investimento total de 275 mil euros, o município vai recuperar, adaptar e equipar o armazém dos antigos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento para albergar as novas inalações do AMB.
As obras, já adjudicadas e previstas durar quatro meses, deverão começar «este mês ou em Janeiro», adiantou o vereador, prevendo que o novo Arquivo Municipal comece a funcionar «em Maio ou Junho» do próximo ano.
Através do futuro AMB e pela primeira vez na história do município de Beja, frisou Francisco Caixinha, o público em geral vai poder aceder e consultar o Arquivo Fotográfico do concelho, que contém fotografias desde 1890 até à actualidade.
Além do acervo fotográfico, o AMB inclui documentos provenientes dos vários serviços da autarquia, nomeadamente do Gabinete de Apoio à Presidência, do qual a documentação mais antiga data de 1940."

Um tesouro chamado biblioteca

"O edifício da Biblioteca da Póvoa de Varzim assinalou 15 anos de existência. Na passada sexta-feira, fecharam-se as comemorações que pretenderam fazer um historial daquele espaço e perspectivar o que vai ser no futuro. Manuel Lopes foi também lembrado

A última sexta-feira foi dedicada à reflexão sobre duas décadas de existência da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, uma iniciativa organizada pela Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, no âmbito das comemorações dos 15 anos de existência do actual edifício. "20 anos de mudança e inovação nas bibliotecas públicas", "6 olhares sobre os desafios da leitura pública", foram os temas propostos e que os oradores presentes e convidados explanaram. E é bem verdade que as bibliotecas tiveram uma acção preponderante na luta contra a marginalização numa sociedade do conhecimento e da informação. A este propósito, Isabel Sousa lançou a questão "Se ler é poder, para quem e até quando?".

"Aos bibliotecários cabe fazer leitores e para isso é preciso saber ler. E o Sr. Manuel Lopes tinha todos os defeitos e todas as virtudes de um autodidacta, insuportavelmente intransigente, de um mau feitio que se transformou num modo de ser. Mas era um leitor que contagiava leitores" [...]"
Fonte: e notícia completa: Póvoa Semanário

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Cinco séculos de erotismo em exposição na capital francesa

"PARIS (AFP) — A Biblioteca Nacional da França (BNF) abre pela primeira vez as "portas do inferno", e expõe em Paris seus livros e gravuras "contrários aos bons costumes", mantidos em sigilo há mais de 150 anos.
Proibida excepcionalmente para os menores de 16 anos, a exposição "Eros em segredo" apresenta, a partir desta terça-feira e até o dia 2 de março, cinco séculos de erotismo, ilustrados com manuscritos de Sade ou de Apollinaire, com estampas obscenas e fotos pornográficas.
"O inferno" é um lugar imaginário, que corresponde a uma categoria criada em 1844 pela BNF para compilar as obras "tendenciosas".
As primeiras são do século XVI, mas é principalmente o século XVIII, conhecido também como o século da libertinagem, que alimenta as coleções.
"Eros em segredo" também apresenta manuscritos e edições originais de textos de Sade. O marquês escreveu a maior parte destes textos, como "La philosophie dans le boudoir", A Filosofia na Alcova, segundo uma tradução livre, ou "Les infortunes de la vertu" quando estava na prisão.
Com a Revolução de 1789 chegaram os panfletos de baixo calão ao serviço da política, com Maria Antonieta sendo acusada de transar com todo mundo.
A coleção também foi alimentada por muitas edições confidenciais encontradas durante batidas policiais em casas de particulares, a tal ponto que em 1844, a Biblioteca real decidiu reuní-las numa única categoria, cuja consulta é estreitamente controlada.
Entre outras curiosidades, a BNF apresenta hoje alguns guias práticos da época, entre eles o "Almanaque dos endereços das donzelas de Paris", "l'Almanach des adresses des demoiselles de Paris", com suas tarifas e suas especialidades (1791).
No século XIX, "As Flores do Mal" (Les fleurs du mal) de Charles Beaudelaire (1857), cuja publicação provocou um enorme escândalo, mas também textos de Mérimée ou Verlaine, se juntaram ao "inferno", ao lado das primeiras fotografias pornográficas.
Guillaume Apollinaire abriu o século XX com "Les 11.000 verges" (1907), e trabalhou no primeiro catálogo impresso das coleções.
Pierre Mac Orlan, Georges Bataille e Pierre Lous, cujos "Textes érotiques d'une violence incroyable" foram descobertos depois de sua morte, em 1925, também foram para o "inferno", seguidos pela misteriosa Pauline Réage ("Histoire d'O").
Em 1968, quando a BNF quis comemorar o 50º aniversário da morte de Apollinaire, muitos de seus manuscritos ainda estavam no "inferno" e dificilmente podiam ser expostos. Eles foram inicialmente desarquivados, e o "inferno" acabou fechando suas portas um ano depois."

Nasceu a Biblioteca Aberta do Ensino Superior


Alunos deficientes de sete universidades vão ter acesso à BAES. Reúne já três mil títulos em áudio, braille e digital.

A Biblioteca Aberta do Ensino Superior (BAES) teve hoje, segunda-feira,[3 Dezembro] o seu primeiro dia de vida. A apresentação da iniciativa, na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, assinalou a data em que se comemora o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.
Após um ano de implementação do projecto, coordenado pela Universidade do Porto, a BAES está pronta a funcionar. "Partilha, colaboração e cooperação" são linhas orientadoras do projecto.
A "redução do fosso entre informação disponível e informação acessível" é um dos principais objectivos da BAES apontados por Alice Ribeiro, coordenadora do projecto. A BAES é uma infra-estrutura de pesquisa on-line que pretende melhorar o acesso à informação para estudantes do ensino superior com necessidades educativas especiais, através da leitura em formatos alternativos (áudio, braille e digital).
Sete universidades
As obras disponíveis foram escolhidas de acordo com os pedidos dos estudantes das diferentes universidades. Com um acervo de cinco anos, pertencente a cinco instituições nacionais do ensino superior, a BAES conta já com três mil títulos nos diferentes formatos, que estarão acessíveis a estudantes de sete universidades (Porto, Coimbra, Lisboa, Técnica de Lisboa, Minho, Évora, Trás-os-Montes e Alto-Douro).
De acordo com Alice Ribeiro, a biblioteca vem ainda sensibilizar a comunidade para diferentes necessidades de acesso. "Temos que encarar estas necessidades não como uma deficiência, mas como uma diferença", disse.
"Sincronia de saberes"
O projecto, que custou meio milhão de euros e foi financiado pelo POS - Conhecimento, resultou de uma "sincronia de saberes e instituições". "Informáticos, bibliotecários e técnicos dos serviços de apoio viviam de costas viradas. Foi necessário promover o diálogo interno", o que constituiu uma das grandes dificuldades, contou Alice Ribeiro.
Neste momento, todos podem aceder ao registo da informação, mas apenas os estudantes autenticados têm acesso aos textos integrais. No futuro, a BAES pretende abrir-se a novos parceiros e a novos formatos."
Fonte: JPN


Biblioteca Digital abre janela para a cultura alentejana

"A primeira Biblioteca Digital do Alentejo (BDA) vai ser apresentada a 12 de Dezembro em Évora, num projecto considerado pioneiro para a valorização, preservação e difusão do património documental histórico-cultural da região.
De acordo com os promotores, que hoje anunciaram a iniciativa, o projecto constitui o único fundo documental virtual do Alentejo, sendo a primeira biblioteca digital de expressão regional.
A Biblioteca Digital, desenvolvida pela Fundação Alentejo - Terra Mãe, através do Centro de Divulgação da História e da Sociedade do Alentejo, vai permitir o acesso, via Internet, através do portal http://www.bdalentejo.net.
O projecto prevê o acesso a diversos fundos documentais relativos à história e cultura do Alentejo.
Inicialmente, a BDA vai colocar on-line cerca de 300 obras de âmbito literário, científico, memorialístico e periodístico.
A BDA foi desenvolvida no espaço de um ano e meio, tendo a sua concretização implicado a celebração de diversos acordos de parceria entre a fundação e várias instituições. "
Fonte: Diário Digital / Lusa

Na sala dos livros brancos

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: 03.12.2007
"Os olhos nunca pousam no monitor dos computadores. As mãos passam com rapidez pelos teclados e, de quando em quando, fazem uma pausa para os dedos tocarem nos pontinhos brancos salientes abaixo. Branca é, aliás, a cor dos livros alinhados nas estantes das salas, todos eles sem “letras a negro”. Mesmo assim cheira a livros, a livros amarelecidos pelo tempo onde a humidade deixou as únicas marcas que contrastam com o picotado das páginas.Na Área de Leitura Especial (ALE) da Biblioteca Nacional, em Lisboa, todos os dias se trabalha para que a leitura de obras em Braille ou em formato áudio seja cada vez mais diversificada e fácil para os deficientes visuais. Inicialmente designada como “Serviço para Cegos”, a ALE existe desde Dezembro de 1969 porque ler, para muitos, é juntar as letras a negro num fundo branco mas para outros é percorrer com os dedos uma folha branca ou, simplesmente, ouvir.Isidro Rodrigues é director desta secção desde 2003, mas foi em 1968 que começou a colaborar com o serviço. Apesar da evolução tecnológica da sociedade nas últimas décadas, considera que esta está “menos desperta” para os problemas dos “outros”, “distraída pela enorme quantidade de informação que circula”.Acessos difíceisContudo, se a informação chega a todo o lado de forma cada vez mais eficaz o mesmo não se pode dizer de um deficiente visual que se dirija à ALE, já que as instalações da Biblioteca Nacional não estão preparadas para estes “inquilinos”, acusa Isidro Rodrigues. Três lances de escadas, duas portas de vidro, uma paragem na zona de segurança. Mais um lance de escadas e outras duas portas de vidro que abrem para ambos os lados e, por fim, uma discreta porta à esquerda indica o nome do serviço.Um dos problemas apontados pelo director de 65 anos é precisamente o nome do serviço que “não diz nada” e leva as pessoas a pensar que se trata de uma “área com documentos em grego, árabe ou chinês”. Espera-se que, com a nova lei orgânica para a Biblioteca Nacional, a proposta de alteração de denominação seja aceite, passando a chamar-se “Área de Leitura para Deficientes Visuais”, o que permitirá uma divulgação mais eficaz.Jerónimo Nogueira, professor de Filosofia no ensino secundário, é um dos leitores assíduos da ALE. Foi depois de ter cegado num acidente de automóvel que, durante a reabilitação na fundação Schein, lhe deram este contacto. Diz que utiliza qualquer formato, mas que “Braille é Braille e permite tirar notas”.Isidro Rodrigues, licenciado em germânicas, partilha a mesma opinião. Sente que os áudio livros são essenciais para quem não sabe ler Braille, mas que nunca são “um encontro com o escritor”. Mesmo assim, tenta que as obras que produzem “deixem uma margem para o leitor as recriar”, já que “têm tanto valor quanto mais possibilidades houver de as interpretar”.A ALE funciona como uma segunda casa. O espaço é familiar e, por isso, as bengalas brancas ficam à porta. Todos conhecem as regras e ninguém muda nenhum objecto de lugar sem avisar. É também conveniente que nenhuma porta fique entreaberta, para evitar “cabeçadas”. Falta de condiçõesDos 11 funcionários, apenas dois são normovisuais (pessoas sem deficiência visual), mas as tarefas são executadas por todos com “perfeccionismo”. Cada um sabe o que tem a fazer, mas “se for preciso faz-se de tudo um pouco”. Isidro Rodrigues diz que têm também “uma enorme ajuda por parte dos voluntários”. Contam já com mais de vinte e, uma vez mais, o problema é a falta de instalações, o que os leva a recusar mais pessoas. Os poucos computadores “da idade da pedra” são partilhados por todos e bloqueiam com frequência. O novo “software” instalado na Biblioteca Nacional não é compatível com os programas que o serviço necessita, pelo que só dispõem de uma versão provisória que se desliga de 45 em 45 minutos. O trabalho dos voluntários consiste em passar livros a computador ou em fazer leituras num estúdio de gravação para os áudio livros, disponibilizados em cassetes. Os estúdios são apenas dois e com um horário limitado, tanto pelo número de horas como por necessitarem de um deficiente visual especializado, que controle a qualidade da leitura e domine os meios técnicos. Esta parte do trabalho bem como a impressão em Braille são realizados nas “catacumbas”. Umas escadas estreitas dão acesso ao local frio e escuro. O caminho não é fácil. O chão é irregular, com buracos e o tecto parece não resistir muito mais tempo. O barulho das agulhas das impressoras a cravarem-se no papel completa a imagem fabril. É por acreditarem na importância do que fazem que continuam, garante o director.Isidro Rodrigues considera que “a leitura é muito boa para toda a gente” e, para os cegos, “fundamental”. “É uma porta para a informação. As pessoas vão na rua e lêem sempre os letreiros dos autocarros, os cartazes…e nós não, só temos o livro que nos põem à frente”. Apesar disso, defende que “o tacto é analítico, só vê o que está debaixo da ponta do dedo, enquanto que o olho é abrangente” o que “dispersa mais as pessoas”. Para o director da ALE, “a década de 50/60 foi um salto tremendo para as pessoas cegas”. Com o aparecimento de centros de reabilitação, juntamente com uma “política de formação profissional”, “foram integrados em empresas”, em especial em trabalhos como “telefonistas ou ligados à metalurgia”. Sente que, hoje, voltaram “a ser o ceguinho ou o invisual no autocarro” e se as pessoas acham os “eufemismos importantes então faça-se a vontade”, queixa-se. No entanto, admite preferir a palavra “deficiente visual”, já que é mais abrangente, podendo-se nela incluir os “cegos e amblíopes”. Para além disso, “não chamamos aos surdos inaudíveis” e, de acordo com a etimologia da palavra, “invisual é aquilo que não é visível”, ironiza com um sorriso crítico.Ruben Portinha, estudante de Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, diz não recorrer a este tipo de serviços em bibliotecas por dificuldades de locomoção, inerentes à deficiência visual. Para o estudante de 20 anos a “informática é hoje a grande ferramenta” tendo como endereços favoritos na Internet os sites “lerparaver” e “livresco”.Enquanto luta contra a falta de apoios, a ALE vai trabalhando com os meios possíveis. Espera-se, porém, que tudo melhore e que a voz monocórdica e metálica, sempre presente, do sintetizador de voz também se humanize. Até lá vão recordando com boa disposição alguns pedidos de leitura caricatos e inesperados, como o de alguns camionistas que gostavam de ter cassetes com romances para os ajudar a passar as longas viagens."

Presidente da República inaugura Biblioteca

"O Presidente da República, Prof. Cavaco Silva, inaugura, no próximo dia 14 de Dezembro, pelas 16 horas a Biblioteca Municipal, um investimento de mais de 3,1 milhões de euros.

A ministra da Cultura também foi convidada, mas até à hora do fecho da edição ainda não tinha confirmado se estaria ou não presente.O edifício, localizado na zona escolar e desportiva, quando abrir, disponibilizará aos seus utentes um fundo documental composto por 35 000 obras, entre livros, cd’s e dvd’s. No final de 2008, aquele número deverá subir para os 50 000.O piso superior do edifício, onde se situa a sala de leitura, está destinado ao público adulto, enquanto o primeiro piso é reservado ao público infanto-juvenil. No primeiro piso localizam-se ainda o auditório, bar com esplanada e serviços administrativos. Na cave, para além de parque de estacionamento para funcionários e público, localiza-se ainda o depósito da biblioteca.Embora o quadro de pessoal seja de 26 funcionários, na abertura são apenas 18, embora por exigência do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas tenha de aumentar."

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Biblioteca Municipal de Oliveira de Azeméis abre portas dia 14

"Era para ser inaugurada em 2006, mas não foi. Vai ser passado um ano, mais concretamente no próximo dia 14. Finalmente os oliveirenses vão poder usufruir da ‘sua’ Biblioteca Municipal Ferreira de Castro.
Localizada nas imediações da Escola Secundária Soares Basto e da Escola EB 1 de Oliveira de Azeméis nº 4 (Fonte Joana), a nova Biblioteca Municipal (BM3) — que tem o nome do famoso escritor osselense, Ferreira de Castro — vai finalmente abrir as portas ao público. A inauguração está marcada para sexta-feira, 14 de Dezembro, à tarde, e Gracinda Leal, vereadora da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, já tratou de convidar para o acto os comissários que, assim como ela, fazem parte da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) local. Fê-lo no passado dia 23, no final da reunião da CPCJ.
A abertura deste ‘majestoso’ edifício chegou a estar prevista para 2006, mas motivos de força maior adiaram-na até ao final deste ano. Digamos que, desta vez, o ‘Pai Natal’ vai trazer uma das ‘prendas’ pelas quais os oliveirenses anseiam há muito tempo."
A BM3 vai aumentar a oferta cultural aos munícipes e à população escolar, possibilitando o recurso às mais modernas tecnologias de informação e comunicação. Em termos arquitectónicos, é um espaço transparente, com visão ampla para o exterior através de uma fachada envidraçada. Os serviços ocupam os dois pisos da BM3, numa área total de 4 200 m2. Projectado em forma de ‘U’, o imóvel da autoria do arquitecto José António Lopes da Costa estende-se pelas Rua General Humberto Delgado, a norte, e a Rua da Imprensa Oliveirense, a poente.
Além da leitura e consulta, o lazer e o entretenimento serão áreas privilegiadas da Biblioteca Municipal Ferreira de Castro. A relação com o exterior é outra característica dominante sendo o equipamento indicado para o desenvolvimento de actividades complementares à biblioteca, aproveitando a existência de um anfiteatro. A secção infanto-juvenil é constituída por um corpo autónomo caracterizado por espaços com diferentes valências. Além da zona de leitura, as crianças e jovens terão à disposição um ateliê de expressão, zona de computadores e uma sala do conto.
No primeiro piso fica situada a secção de adultos com diversos espaços de estar e de leitura. À entrada situa-se o atendimento e a sala de auto-formação e dos periódicos. Outras zonas estarão disponíveis nesta área: salas de áudio e vídeo e zonas de empréstimo e de consulta"

Livro: Biblioteca - Zoran Zivković

"Qualquer bibliófilo gostará certamente de livros que falem sobre livros. E irá tremer ao reconhecer-se nas palavras doces de amor à literatura. Na paixão violenta que o impele para os livros, qual caçador de sonhos e páginas amarelecidas. Ao ler um livro sobre o amor pelos livros, o bibliófilo irá identificar-se com o narrador ou as personagens literárias. Porque um amante da literatura vive a (da) literatura e sabe que não existe muito mais para além dos livros.
Biblioteca reúne 6 contos fantásticos sobre 6 bibliotecas: a virtual, a particular, a nocturna, a infernal, a mínima e a requintada. As personagens, intimamente ligadas aos livros, sofrem mil e uma peripécias à custa do seu encanto pela literatura [...]



É impossível não ligar os contos de Biblioteca à ideia borgesiana de ‘Biblioteca de Babel’, onde o mundo está inundado por uma quantidade infinita de livros. Mas nem tudo são rosas: Zoran Zivkovic não nos apresenta o livro como um objecto precioso mas infernal que vai dar cabo da vida aos bibliófilos. Apesar disso, os contos são tão bonitos e magníficos que o leitor depois de começar a ler já não conseguirá parar. "

Biblioteca quer ser referência nacional on-line

" A página web da biblioteca do Centro de Informação Europeia Jacques de Delors foi renovada com o objectivo de se tornar uma referência nacional no que diz respeito à disponibilização de documentos sobre assuntos europeus on-line. A remodelação da biblioteca virtual Infoeuropa foi desenvolvida em parceria com a Direcção-Geral de Assuntos Europeus e traz aos utilizadores uma nova interface de pesquisa considerada mais acessível e novos serviços e funcionalidades. Actualmente esta biblioteca tem disponíveis cerca de 30 mil documentos, desde os mais complexos tratados até simples brochuras ou catálogos, que podem ser descarregados gratuitamente."

Biblioteca Digital Europeia dá mais um passo

"Um grupo de alto nível esteve esta semana reunido em Bruxelas com a Comissão Europeia para debater o ponto de situação do projecto de criação de uma Biblioteca Digital Europeia, que recentemente instituiu uma Fundação composta por bibliotecas, museus e outras instituições. De acordo com a CE um protótipo de Biblioteca Digital Europeia deverá estar pronto em Novembro do próximo ano, permitindo o acesso a pelo menos dois milhões de documentos digitais, entre os quais se encontram livros, fotografias, mapas, registos de arquivo e filmes, disponibilizados por várias instituições culturais dos 27. Em comunicado a comissária europeia para a Sociedade da Informação, Viviane Reding, defende que a fundação criada pelas instituições culturais «é um passo significativo para tornar esta ambição uma realidade», pois «demonstra o seu compromisso em trabalharem juntas para tornarem as suas colecções disponíveis ao público em geral a partir de um ponto de acesso comum e multilinguístico on-line». Depois de apresentado o protótipo a CE acredita que em 2010 deverão estar on-line mais do que os seis milhões de artigos previstos inicialmente. Contudo para o cumprimento destes objectivos a CE avança que ainda há dois grandes obstáculos a ultrapassar: o financiamento dos processos de digitalização e soluções para tornar as obras protegidas com direitos de autor disponíveis na Internet."

terça-feira, novembro 27, 2007

5ª Jornada Norte-Nordeste de Biblioteconomia e Documentação

Apresentação dos textos das conferências, Mesas Redondas da 5ª Jornada Norte Nordese de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação:

TEMA:
Bibliotecário e as organizações: a gestão da informação e do conhecimento para tomada de decisão.

http://www.apbpe.org.br/v2/jornada5/

sexta-feira, novembro 23, 2007

Lançamento da Revista ACB Vol. 12, n.º 2

Artigos :

Memória e sociedade contemporânea: apontando tendências
Memory and contemporary society: pointing out tendencies p.161-176
Resumo
Angela Maria Barreto

O impacto dos metadados na representação descritiva
Metadata impact on the descriptive representation p. 177-190
Resumo
Dulce Maria Baptista

Colaboração e interação na Web 2.0 e Biblioteca 2.0
Collaboration and interaction on Web 2.0 and Library 2.0 p. 191-215
Resumo

Ursula Blattmann e Fabiano Couto Corrêa da Silva
Relato de pesquisa

Serviços e fontes de informação eletrônicas: mudanças verificadas através de um estudo das áreas de biologia molecular e biotecnologia
Electronic information services and sources: changes observed by a molecular biology and biotechnology study p.216-234
Resumo
Isabel Merlo Crespo

Productividad de los autores de literatura sobre plantas medicinales del Perú
Authors productivity on peruvian medicinal plants literature p.235-253
Resumo
Ruben Urbizagastegui e Shelley Lane-Urbizagástegui

Politicas de preservação nos Arquivos Públicos Municipais Catarinenses
Preservation Policies in The Municipal Public Archives of Santa Catarina p.254-272
Resumo
Suzana Larroyd e Maria Lourdes Blatt Ohira

A sociedade e a informação para os deficientes visuais: relato de pesquisa
The society and the information for to the deficient appearances: research report p. 273-285
Resumo
Fernanda Schweitzer

O bibliotecário escolar de Florianópolis e sua relação com a leitura
The Florianópolis school librarian and their relationship with the reading act p. 286-302
Resumo
Felícia de Oliveira Fleck e Magda Chagas Pereira
relato de experiência

Incentivo ao uso da biblioteca nas séries iniciais: relato de experiência
Incentive to use of the library in first grades: experience report p.303-310
Resumo
Raquel Pacheco

Trabalhando com gêneros literários: relato de experiência na biblioteca do Colégio da Lagoa - Florianópolis
Working with literary sorts: experience report in the school library by the Colégio da Lagoa, in Florianópolis p. 310-321
Resumo
Raquel Machado

Aplicação da biblioterapia em idosos da Sociedade Espírita Obreiros da Vida Eterna (SEOVE)
Bibliotherapy activities on elderly members from the Sociedade Espírita Obreiros da Vida Eterna (SEOVE) p. 322-340
Resumo
Tatiana Rossi, Luciene Rossi e Maria Raquel Souza
seção literária

Era uma vez.... Sartre x Merleau-ponty
Once upon a time .... Sartre x Merleau-ponty p.341-348
Resumo
Clarice Fortkamp Caldin
Resenhas de livros/mídia

Usabilidade em interfaces digitais: resenha
Usability of Digital Interfaces: book review p. 349-351
PDF
Ivette Kafure

Publicar ou perecer - quando menos é mais: resenha
Publish ou perish - when less means more: book review p. 352-354
PDF
Ursula Blattmann

Biblioteca Infoeuropa renovada

"[...]A equipa Eurocid tem o prazer de lhe apresentar a "nova" biblioteca Infoeuropa (http://infoeuropa.eurocid.pt/) - a referência nacional para o acesso aos documentos sobre assuntos europeus.
A Infoeuropa é a biblioteca em linha do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) e da Direcção-Geral de Assuntos Europeus (DGAE) desde 2004. Hoje reúne um espólio de cerca de 38.000 registos de documentos e serve uma comunidade com cerca de 12.600 utilizadores. A Infoeuropa pretende cobrir as necessidades de informação dos cidadãos a nível dos assuntos comunitários e, simultaneamente, dar a conhecer toda a produção bibliográfica nacional sobre a União Europeia. Tem como valor acrescentado o facto de vir a integrar o espólio do processo de adesão e de integração portuguesa à Comunidade Europeia.
Para responder às necessidades dos nossos utilizadores melhorámos o interface de pesquisa da Infoeuropa, tornando-o mais acessível e usável, e oferecemos novos serviços e funcionalidades.[...]"

"Histórias de Panda - Pá" na Biblioteca Municipal

"A Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Sobral de Monte Agraço vai receber no próximo dia 24, a partir das 16h00, a actividade infantil “Histórias de Panda - Pá”, pela Companhia Panda Pá. Neste espectáculo, dirigido a crianças dos seis aos 10 anos, são utilizadas máscaras que foram criadas à semelhança das do “Topeng – Teatro Tradicional Balinés”, que se caracterizam pelo seu género popular e cujo objectivo principal é contar e transmitir histórias.Os contos escolhidos para este espectáculo são contos tradicionais chineses."

Novo caderno de Fernando Pessoa foi adquirido por quatro mil euros

"Novo caderno de Fernando Pessoa foi adquirido por quatro mil euros

Sobrinhos vendem 'Contas Correntes' mas conservam relíquias



A Biblioteca Nacional (BN) adquiriu em Outubro, por quatro mil euros, um caderno manuscrito de Fernando Pessoa. O exemplar foi adquirido aos sobrinhos do poeta "que fizeram um preço simpático depois de algum tempo de longas conversas", disse ao DN o seu director, Jorge Couto. O caderno, com 73 folhas, das quais 89 páginas manuscritas a tinta e lápis pela mão do autor de Mensagem, pertence a uma "colecção" de cadernos (num total de 28), que o Estado já havia adquirido, em 1969, com o espólio do poeta e fazem parte do Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da BN. O caderno comprado "tinha ficado isolado, solto, em casa dos familiares, não se sabe porquê". Uma das folhas está solta e pelo menos seis "foram arrancadas", mas "não quer dizer que tenham sido roubadas. Sabe-se que Fernando Pessoa cortava o caderno e colocava textos em outros cadernos, consoante o modelo de organização temática", esclarece Jorge Couto, pormenorizando que, neste momento, a BN "possui cerca de 25 mil folhas de Fernando Pessoa, escritas na frente e verso."Sobre Alexander SearchAlém de poemas, o caderno tem listas de projectos de escrita, listas de livros a comprar ou ler, poemas em inglês e notas sobre versificação inglesa. O seu conteúdo era conhecido por um grupo restrito de estudiosos pessoanos que o viram e consultaram em casa de familiares.Após os procedimentos habituais, este caderno estará acessível para consulta no espólio do poeta, actualmente constituído por 105 caixas.Os textos escritos por Pessoa datam de 1903 e 1904, quando da sua estada na África do Sul e mostra "aspectos que estarão na génese do heterónimo Alexander Search", disse ao DN Madalena Vasconcelos da Biblioteca Nacional. Em sua opinião, o referido caderno "é importante para o estudo genético dos heterónimos", para além de ajudar a "preencher e dar unidade aos primeiros tempos de vida de Fernando Pessoa.Jorge Couto revelou ainda ao DN que a BN está entretanto a preparar a edição digital completa de Fernando Pessoa, que incluirá este caderno. "


Famalicão recebe biblioteca pessoal de Eduardo Prado Coelho

" A biblioteca pessoal de Eduardo Prado Coelho vai ser doada à Biblioteca Camilo Castelo Branco, em Famalicão.
A decisão foi tomada pelos familiares do escritor, crítico e ensaísta, que faleceu em Agosto passado. As justificações para esta atitude prendem-se com o facto de, em 1984, a Câmara de Famalicão ter atribuído ao professor e crítico literário Jacinto do Prado Coelho o 1.º Prémio Casa Camilo, que viria a ser recebido em Novembro desse ano, já a título póstumo, pelo filho Eduardo Prado Coelho. Em Março de 2007, o Famafest homenageou Eduardo Prado Coelho. Aliás, o director do festival, Lauro António, esteve na origem dos contactos entre a Câmara de Famalicão e a família de Prado Coelho.O que vai ser doado a Famalicão não é a totalidade dos livros que Eduardo Prado Coelho foi reunindo durante a sua vida, outros ele foi oferecendo e pondo de lado, mas apenas aquilo a que se poderá chamar a sua biblioteca pessoal, ou seja, os livros que ele leu e que verdadeiramente lhe interessavam, alguns com anotações pessoais, diz Alexandra Prado Coelho, sua filha.Literatura, linguística, psicanálise, cinema, fotografia, artes plásticas e arquitectura, mais ou menos por esta ordem, são os temas representados na biblioteca, o que permitirá reconstituir os interesses do escritor.Serão cerca de seis mil volumes, que vão ser estudados, catalogados e colocados numa sala da Biblioteca famalicense, que ficará com o nome de Eduardo Prado Coelho. As condições da instalação vão ser ainda decididas de acordo com o desejo dos familiares de Prado Coelho, que deverão deslocar-se à cidade para conhecer o edifício e o espaço da biblioteca.O desejo da família do escritor era que o seu espólio se mantivesse junto e fosse tratado documentalmente. «Estou convencida de que o meu pai aprovaria esta decisão, já que ele acompanhava com atenção e interesse a actividade cultural da Câmara de Famalicão», adiantou ao Jornal Público Alexandra Prado Coelho, que tomou a decisão juntamente com Maria Manuel Viana, companheira do escritor.O espólio de Eduardo Prado Coelho vai figurar entre outras personalidades relevantes da história e cultura portuguesa. É o caso do político e jornalista famalicense Nuno Simões e, ainda, das bibliotecas camilianas de Alexandre Cabral, Manuel Simões e Aníbal Pinto de Castro (esta ainda em fase de instalação), colocadas no Centro de Estudos de S. Miguel de Ceide. "

Histórias com Bichos - Biblioteca Municipal de Mangualde

"[...] 23 de Novembro, pelas 21h, no Auditório da Biblioteca, um Serão de Contos para pais e filhos.O evento conta com a participação do Grupo Contadores de Histórias. Desde muito cedo que Nuno Garcia Lopes e Filipe Lopes se dedicaram à área da literatura. Depois das participações individuais no suplemento literário DN Jovem do Diário de Notícias e das outras acções pontuais, decidem em 1991 iniciar um programa no pacato universo radiofónico tomarense. Inicialmente com apenas uma hora, à sexta-feira à noite, “Papoilas do Hospício” misturava os mais diversos estilos musicais com a leitura de textos escolhidos em função do tema semanal, mas sempre do agrado dos autores. O espaço era um momento de saudável loucura, irreverente e com performances variadas, incluindo a apresentação de folhetins radiofónicos humorísticos. Depois de três anos de emissões o programa terminou, tendo-se realizado um recital/espectáculo, na então Biblioteca Municipal de Tomar, em Maio de 1994, utilizando-se pela primeira vez o nome O Contador de Histórias.Uma vez mais a Câmara Municipal de Mangualde reitera a importância da leitura para todos, deixando desde já o convite a todos os interessados em participar nesta iniciativa."

segunda-feira, novembro 19, 2007

11th European Conference of Medical and Health Libraries

A 11th European Conference of Medical and Health Libraries irá ser realizada na Helsinquia, dos dias 23 a 28 Junho de 2008.

Link para o Blog http://eahil2008.blogspot.com/
Link para a página da EA HIL: http://www.congreszon.fi/eahil_2008/

sexta-feira, novembro 16, 2007

Incêndio simulado na Biblioteca Municipal

"Um cenário de incêndio foi testado na Biblioteca vila-condense. O exercício pretendeu testar a eficácia do plano de emergência do edíficio e o balanço foi positivo.

No âmbito do projecto "Certificar a Segurança nos Edifícios da Autarquia", a Câmara Municipal de Vila do Conde promoveu, na passada quinta-feira ( 8 de Novembro), um simulacro de incêndio na Biblioteca Municipal José Régio. O exercício pretendeu testar eficácia do plano de emergência interno, assim como melhorar as condições de segurança do edifício, face a eventuais situações de incêndio.
O cenário simulado foi um curto-circuito numa das salas da biblioteca, onde hipoteticamente estaria um grupo de crianças, que serviu como ignição para um fogo que rapidamente se alastrou às restantes divisões do edifício. Dado o alarme interno da biblioteca, foi promovida a imediata evacuação, o que acabou por apanhar de surpresa alguns dos utentes da biblioteca, que se encontravam no local.[...]"

quarta-feira, novembro 14, 2007

Na Biblioteca Municipal de Palmela Colóquio - “Associativismo. Que Futuro?”

"Na próxima sexta-feira, pelas 21,30 horas, na Biblioteca Municipal de Palmela, realiza-se um Colóquio tendo como tema : “Associativismo. Que Futuro?”“Aprofundar o debate sobre a situação actual do Associativismo em Palmela e o nível de participação dos cidadãos” assim como “Novas perspectivas de futuro” – são os tópicos que vão animar o debate.
Nesta inicitiva marcam presença representantes as seguintes associações : Grupo dos Amigos do Concelho de Palmela; Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”; Sociedade Filarmónica Humanitária; Associação Humanitária dos Bombeiros V. de Palmela; Sociedade Columbófila de Palmela; Palmelense Futebol Clube e Santa Casa da Misericórdia de Palmela.Será moderador do Colóquio Pedro Trovão do Rosário (Presidente da Mesa da Assembleia Geral do G.A.C.P.). A entrada é livre"

Afonso Dias apresenta poemas e canções de Natália Correia na Biblioteca Municipal de Loulé

"Um recital de poesia de Natália Correia vai ter lugar no próximo dia 30, às 21h30, na Biblioteca Municipal de Loulé, com entrada livre.
Esta actividade de incentivo à leitura pretende, para além de recordar a poesia desta grande escritora portuguesa do século XX, lançar o CD-áudio “Poesia de Natália Correia”, da Colecção Selecta, interpretado por Afonso Dias, com a colaboração de Fad’Nú, Isabel Afonso Dias, Megui, Rita Neves, Tânia Silva e Telma Veríssimo.A Colecção Selecta conta já com outros CD-áudio publicados, dos quais alguns estão disponíveis para consulta e empréstimo domiciliário na Biblioteca Municipal de Loulé: “Poesia de Alberto Caeiro : o guardador de rebanhos”, “Poetas da lusofonia”, “Poesia de António Gedeão : 1906 – 2006”, e “Poesia de Cabo Verde e sete poemas de Sebastião da Gama”.Natália Correia nasceu ilha de São Miguel (Fajã de Baixo) em 1923 e faleceu em Lisboa em 1993. Personalidade intelectual versátil, dedicou-se a vários géneros, além de marcar a sua presença na política e na imprensa. A sua produção literária abrange a poesia, o romance, o teatro, o ensaio, memórias, relatos de viagem, organização de antologias e colaboração em vários jornais e revistas. "

Abrunhosa à conversa na Biblioteca de Beja

"Os “cantautores” Pedro Abrunhosa (na foto), Carlos Alberto Moniz e Pedro Barroso são os convidados de Carlos Pinto Coelho para o terceiro encontro “Acontece em Português”, que decorrerá esta terça-feira, 13.A conversa, subordinada ao tema “Escritores de canções” terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Beja, pelas 21h30.Recorde-se que a iniciativa “Acontece em Português” tem por objectivo trazer, mensalmente, à cidade de Beja convidados oriundos de vários países de expressão portuguesa que conversarão com o jornalista Carlos Pinto Coelho.No final da dezena de edições vai realizar-se a grande Festa da Língua Portuguesa."

terça-feira, novembro 13, 2007

Novidades Bibliográficas - Biblioteca da Comissão Nacional da UNESCO

Consultas as novidades em:

http://www.unesco.pt/pdfs/docs/boletim6.doc

"ILDO LOBO, a Voz Crioula" de Yara dos Santos no Blog LIVRO DI TERA

"ILDO LOBO
A Voz Crioula

Impressionava… a sua humildade, apesar da consciência do lugar que lhe cabia no panorama da música cabo-verdiana…. A justificação que ele dava para essa disponibilidade é que ele se achava um cantador e não um cantor, distinção que ele nunca esclarecia mas que arrisco a traduzir como de alguém que, para além do gosto, sentia a missão de cantar para o seu povo. As boas qualidades humanas terão servido para ampliar, ainda mais a simpatia do povo cabo-verdiano, que, pela certa, se sentirá orgulhoso e grato por esse ilustre filho da terra que muito contribuiu para o seu engrandecimento. A impressionante multidão de gente conhecida e anónima que se juntou para o acompanhar à última morada e as muitas homenagens que se lhe vem prestando desde o seu desaparecimento físico, são prova disso mesmo. Adalberto Silva (Betú)YARA DOS SANTOS iniciou a sua carreira literária em 2002, coma publicação em Portugal e Cabo Verde, do livro "Força de Mulher", seguido de "Cabo Verde: Tradição e Sabores", em 2003. Licenciada em Comunicação Empresarial e pós-graduada em Marketing Político, Assessoria de Imprensa e Protocolo, trabalha actualmente no Instituto Nacional de Estatística. "
Autora: Yara dos Santos
Editor: SeteCaminhos,
Produções Editoriais

Exposições no Centro Português de Fotografia - divulgação

Inauguração das exposições "Testemunhos do Tempo”, fotografias de Flor Garduño, “Night Order”, fotografias de João Leal e “Fast City”, fotografias de Morten Andersen, que terá lugar no edifício da ex-Cadeia da Relação do Porto, no próximo dia 24 de Novembro (sábado), pelas 15.00h.Os autores estarão presentes.

Breve resumo das mostras"Testemunhos do Tempo", fotografias de Flor Garduño Esta exposição de elevado sucesso internacional e fortemente aclamada pela crítica já percorreu cerca 40 museus em vários pontos do globo. As notáveis imagens a preto e branco desta prestigiada fotógrafa mexicana (conhecida também por ter sido assistente do mestre Manuel Alvarez Bravo) retratam aspectos religiosos, culturais e sociais de comunidades da América Latina e funcionam como testemunhos da mítica ligação entre sagrado e profano.
A artista é financiada pela Pro Helvetia.

"Night Order", fotografias de João LealVencedor ex-aequo com David Infante do Prémio Pedro Miguel Frade atribuído pelo Centro Português de Fotografia em 2006, este jovem autor dá agora a conhecer, sob a forma de caixas de luz, uma selecção de 10 imagens nocturnas captadas na Finlândia e no Alentejo que prendem o olhar do público pela vivacidade da cor ou pelo peculiar sentido de aproximação e afastamento em relação aos objectos fotografados.

"Fast City", fotografias de Morten AndersenÉ o resultado do trabalho deste artista norueguês que se destaca pela sua abordagem contemporânea e orientada para os problemas do nosso tempo. As quase 60 imagens que integram a exposição, apresentam cenários urbanos, fragmentados, anónimos e povoados de personagens errantes. De salientar também a noção de movimento presente em algumas delas, bem como o recurso à cor.
A mostra inclui uma projecção em vídeo intitulada “Days of Night”.
Horário do centro de exposições: 3ª a 6ª das 10.00h às 12.30h (a título experimental até ao fim de Dezembro) e das 15.00h às 18.00h/Sáb. Dom. e Fer. das 15.00h às 19.00h
Entrada Livre

Arquivo Municipal de Setúbal: Regulamento define as regras de acesso e de consulta pública

"A Câmara Municipal de Setúbal aprovou o Regulamento do Arquivo Municipal que cria, entre outras vantagens, condições mínimas de conservação física da documentação.
No preâmbulo da proposta -cujo projecto foi aprovado, em sessão pública de 25 Julho - recorda-se que o Município é "detentor de um importante espólio documental que se reveste" de "particular importância para o estudo das instituições públicas de Setúbal, bem como para o conhecimento da evolução política, económica e social" do Concelho.O projecto, agora aprovado, salienta o documento, visa "introduzir e implementar regras pré-estabelecidas juridicamente eficazes que permitam o funcionamento adequado do Arquivo Municipal, desenvolvendo este as funções de gestão, recolha, conservação, tratamento e difusão da documentação arquivística, tendo por base procedimentos técnica e administrativamente correctos, tornando mais célere e simples a execução de tarefas que lhe são cometidas".O documento enumera as várias funções do Arquivo Municipal, bem como as regras de acesso, de consulta pública, de empréstimos para exposições e de autorização para reproduções."
Fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=141520&mostra=2

Biblioteca da Nazaré concluída há um ano ainda não foi inaugurada

"A biblioteca municipal da Nazaré está concluída há um ano mas ainda não foi inaugurada porque a Câmara teme perder os fundos públicos que estão atrasados, revelou hoje fonte da autarquia.Segundo o presidente da Câmara, Jorge Barroso, a obra poderia ter sido aberta há um ano mas os atrasos no pagamento de 600 mil euros da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas impediram a inauguração da biblioteca."Eu informei-me e percebi que corríamos o risco de perder essa verba caso abríssemos as portas", explicou Jorge Barroso.Os fundos públicos não podem ser canalizados para obras já terminadas e entregues pelo construtor pelo que a autarquia decidiu também atrasar a contratação de pessoal."Criou-se uma pescadinha de rabo na boca: como não recebemos o dinheiro não avançámos logo para a contratação de pessoal", explicou Jorge Barroso, que lamenta os atrasos no pagamento das verbas que obrigaram a autarquia a adiantar dinheiro ao construtor.O edifício já está concluído e no exterior permanecem apenas alguns arranjos por executar mas a autarquia só conta abrir o equipamento em Março do próximo ano. "Eu também percebo que não há dinheiro mas acredito que vamos receber em breve", acrescentou o autarca.A nova biblioteca, orçada em 1,5 milhões de euros, vem suprir uma carência do concelho mas também dar resposta a novos públicos deste tipo de equipamentos, como os mais idosos e os estudantes."As bibliotecas têm um novo papel" porque "completam outros projectos de apoio social" aos idosos e permitem uma "maior dinamização" das comunidades escolares, explicou Jorge Barroso. "

Acontece em Português": "Escritores de Canções" é o tema de hoje

"
No terceiro “Acontece em Português”, Carlos Pinto Coelho conversa com Pedro Abrunhosa, Carlos Alberto Moniz e Pedro Barroso sobre o tema “Escritores de Canções”. A sessão está marcada para esta noite e tem lugar na Biblioteca Municipal de Beja.
A Biblioteca Municipal José Saramago de Beja recebe esta noite, a partir das 21.30 horas, o terceiro “Acontece em Português”. Para o encontro de Novembro, Carlos Pinto Coelho convidou Pedro Abrunhosa, Carlos Alberto Moniz e Pedro Barroso para uma conversa sobre o tema “Escritores de Canções”.
Joaquim Figueira Mestre, director da Biblioteca Municipal de Beja, explicou que "este mês se optou por escolher um tema diferente, mas que se enquadra na perfeição na diversidade de abordagens que a literatura portuguesa permite" e acrescentou que "estes três músicos vão explicar também o que tem sido o trabalho dos escritores de canções em Portugal".
Recordamos que a iniciativa “Acontece em Português” pretende trazer, todos os meses, à cidade de Beja, convidados de vários países de expressão portuguesa. No final das dez sessões agendadas está prevista a realização de uma grande “Festa da Língua Portuguesa”.
Também nesta terça-feira, mas na Biblioteca de Almodôvar, realiza-se esta noite, pelas 21.00 horas, a festa de S. Martinho onde a par do vinho e das castanhas assadas, haverá também música com o grupo “O'queStrada” e novidades editoriais"

sexta-feira, novembro 09, 2007

Biblioteca Nacional com exposição sobre Invasões Francesas

"A Biblioteca Nacional vai inaugurar hoje uma exposição alusiva às Invasões Francesas. Objectos como caricaturas, fardas, editais e até livros vão estar patentes ao público até 9 de Fevereiro, na galeria do primeiro piso do edifício da biblioteca, no Campo Grande, em Lisboa. Disponíveis estão também teses de doutoramento defendidas tanto em Portugal como no estrangeiro. "Estará patente, por exemplo, o primeiro estudo feito sobre as Invasões", disse historiador António Ventura à Lusa.A exposição retrata os três períodos das invasões, compreendidos entre 1807 e 1811. Os objectos que se podem ver são originários da Biblioteca Nacional, Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, Museus Militar, do Traje e de Arte Antiga, Associação Napoleónica e ainda de coleccionadores particulares"
Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/11/06/artes/biblioteca_nacional_exposicao_sobre_.html

Valioso espólio de partituras por estudar na Biblioteca Municipal de Santarém

"“A Biblioteca Municipal de Santarém possui um espólio muito valioso de partituras e documentos sobre música que nunca foram estudados. Teresa Lopes, chefe da Divisão Municipal do Património dos Arquivos e das Bibliotecas, lançou ao músico e musicólogo António Matias (que é também arqueólogo na Câmara de Santarém), o desafio de analisar uma pequena parte desse acervo e de, com base nessa análise, falar sobre as “Perspectivas musicais escalabitanas durante o séc. XX”, no âmbito das “Conversas Tardias” que a Biblioteca tem vindo a promover. Foi o primeiro passo (muitos mais serão necessários) no sentido de desbravar um campo de saber ainda por explorar. António Matias confessou ter dado, apenas, “uma vista de olhos” ao espólio da Biblioteca, o suficiente para constatar que se trata de uma matéria que exige uma aturada investigação por parte de especialistas na matéria. Cronologicamente, os documentos – na sua maioria sobre bandas filarmónicas – situam- se entre 1880 e 1940. Existem também muitas partituras de peças para piano, o que, segundo António Matias, se justifica pelo facto de muito desse espólio ser proveniente da sociedade burguesa de então, traduzindo os seus gostos e interesses culturais. [...]"

Projecto pioneiro apresentado ontem na Mealhada

"Decorreu ontem na autarquia da Mealhada a apresentação pública do projecto “Bibliomealhada”. A cerimónia foi presidida pela secretária de Estado da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão MarquesUm autocarro transformado em biblioteca vai levar livros, Cd’s, Dvd’s e Internet a todas a povoações do concelho da Mealhada. O projecto apresentado ontem pela autarquia local é pioneiro e, sem dúvida, inovador. Trata-se de um autocarro de 50 lugares, que foi transformado pelos funcionários da autarquia num espaço de cultura itinerante, que vai começar já hoje a percorrer todas as freguesias do concelho, com o intuito de fazer chegar a todos os cidadãos do município alguns serviços da biblioteca municipal da Mealhada.O “Bibliomealhada” – assim se chama o camião/biblioteca, conta com uma zona para ler e ouvir música, um pequeno anfiteatro para se assistir a um filme ou documentário e uma área equipada com computadores, com acesso gratuito à Internet. «Este é um projecto inovador nos tempos de hoje, mas não é inovador na ideia. Nós pretendemos, sim, seguir um exemplo antigo que nos marcou profundamente, que foi o da biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian, que nos deixou este vício adorável da leitura», afirmou Carlos Cabral no seu discurso de abertura da cerimónia de apresentação do projecto. Mas o “Bibliomealhada” é mais do que uma biblioteca itinerante. Este espaço móvel, para além de promover a leitura, possibilita ainda a aprendizagem das novas tecnologias da informação.«Aproveitámos uma ideia antiga, modernizámo-la e actualizámo-la, enriquecendo-a por exemplo com a oferta de computadores e acesso gratuito à Internet», prosseguiu Carlos Cabral, deixando uma palavra de agradecimento aos funcionários da autarquia que idealizaram e concretizaram este projecto, transformando um simples autocarro num espaço inovador de promoção da cultura e do conhecimento.[...]"

terça-feira, novembro 06, 2007

8.º Encontro Nacional de Arquivos Municipais

8.º Encontro Nacional de Arquivos Municipais, subordinado ao tema “Fundos Privados em Arquivos Municipais: Perspectivas e Projectos”, no próximo dia 16 de Novembro, no Teatro Municipal de Vila Real.

Para mais informações queiram por favor consultar a pagina web da BAD em www.apbad.pt

segunda-feira, novembro 05, 2007

Situar o papel das cidades no imaginário colectivo

"Há a presença garantida de figuras consagradas (Manoel de Oliveira e Fernando Lopes, mas também Jean-Luc Antonucci e Helmut Färber), a exibição de filmes inéditos entre nós e um punhado de masterclasses promissoras.
Mas desengane-se quem pensar que estamos perante 'mais um' festival de cinema. Já na quarta edição, "Imagens do real imaginado" assume-se como um ciclo de fotografia e cinema documental que quer estimular a reflexão e o espírito crítico.Organizado pelo curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual do Instituto Politécnico do Porto (IPP), o ciclo, a decorrer entre hoje e sábado no Cinema Passos Manuel e na Biblioteca Almeida Garrett, elege como tema em destaque este ano "Olhares sobre a cidade"."Procurámos criar um espaço transversal e multidisciplinar que tem como denominador comum a relação da cidade com aqueles que a habitam", explica Jorge Campos, docente do IPP. A discussão prevista ganha maior relevância por ocorrer numa altura em que, segundo o também jornalista, "escasseiam as reflexões sobre o papel exacto das cidades no imaginário colectivo".Confrontos visuaisNesta incursão visual, não vão faltar confrontos de imaginários. É o exemplo de Berlim, representada pelo filme que Walter Ruttmann realizou em 1927 ("Sinfonia de uma cidade"), e no mais recente "Imagens de uma cidade", de Manfred Wilhelms.Outras metrópoles vão estar em destaque durante os próximos cinco dias, como Brasília, o projecto utópico de Niemeyer que Mathias Müller radiografou a partir de imagens de arquivo.Pertence a Manoel de Oliveira um dos momentos mais aguardados do ciclo. No dia 9, o quase secular cineasta (completa 99 anos no próximo mês) vai apresentar "Douro, faina fluvial", documentários separados entre si pela distância de 70 anos. O autor do recente "Cristóvão Colombo - o enigma" vai falar ainda sobre "Petit a petit", de Jean Rouch, um dos seus filmes de eleição.A par da exibição de clássicos absolutos - que melhor exemplo do que "Playtime", de Jacques Tati? -, "Imagens do real imaginado" contempla o visionamento de filmes inéditos entre nós. É o caso do documentário "Notebooks on cities & clothes", que Wim Wenders filmou em 1989 a partir de conversas com o Yohji Yamamoto, um dos mais célebres designers de moda japoneses. Há também filmes que, pela sua raridade, concentram maiores atenções. A ser exibido pela primeira vez no Porto - no dia 10, durante um filme-concerto protagonizado pelo Flak Ensemble -, "Lisboa, crónica anedótica", realizado por Leitão de Barros em 1920, é considerado um dos retratos mais pulsantes da capital portuguesa no final da década de 20, com actores de relevo da época (Beatriz Costa, Vasco Santana ou Eugénio Salvador) a interpretarem figuras típicas da cidade.Da vertente fotográfica no ciclo destaca-se a mostra que revela fragmentos da rodagem de "Lisbon story". O filme de Wim Wenders, uma encomenda de Lisboa Capital Europeia da Cultura, em 1994, é recordado pela objectiva do fotógrafo Cesário M. F. Alves.AberturaLogo após a sessão de abertura, às 14.30 horas, na BAG, vai ser possível assistir à curta-metragem "Latitudes", de Andreia Teixeira.Mike HoolboomO cineasta canadiano é a figura em destaque no dia de hoje. Além de dirigir, às 17.30 horas, na Biblioteca Almeida Garrett (BAG), uma masterclass, Mike Hoolboom vai assistir à projecção de dois filmes seus, "Public lightning" (15.30 horas) e "Imitation of life", às 21.30."

Balanço não podia ser melhor

"Os livros são caros para quem não gosta de ler. Para quem aprecia a leitura, a rede nacional de bibliotecas permite conhecer grandes obras e escritores gratuitamente. O alerta é de Isabel Alçada, comissária do Plano Nacional de Leitura, que enaltece o sucesso da iniciativa...


Um ano depois do lançamento do Plano Nacional de Leitura, e de há poucos dias o primeiro-ministro e a ministra da Educação terem traçado um balanço dos primeiros meses do projecto, de que é comissária, que balanço traça do que foi feito?O aspecto mais positivo que registei foi a enorme adesão de todos os actores que tinham como missão a promoção da leitura: professores e educadores, animadores e bibliotecários. Todos tiveram uma reacção muito favorável e revelaram um grande empenho no desenvolvimento do programa, de tal forma que, além das actividades propostas no PNL, muitos foram ainda mais longe e dinamizaram outras actividades que não tinham sido pedidas. Houve grande espírito de iniciativa da parte de todos os envolvidos, e esse terá sido o factor mais positivo. Por outro lado, conseguimos, graças a várias acções e parceiros, que o Plano Nacional de Leitura alcançasse na generalidade das escolas, em todo o País, uma visibilidade muito favorável.


No entanto Portugal está ainda muito longe dos níveis mínimos exigíveis no que diz respeito aos hábitos de leitura...O ambiente social em relação à leitura ainda não é igual ao dos países do Norte da Europa, onde toda a gente lê, mas a visibilidade que conseguimos para o PNL foi muito grande, e pais, famílias e sociedade em geral foram informados e ficaram muito disponíveis para a iniciativa.Mas é preciso ir mais longe...A expectativa foi muito positiva, mas precisamos de ir mais longe e envolver mais gente e mais promoção da leitura. Fomos contactados por um grande número de associações, e estabelecemos muitas parcerias com muitas fundações. Ainda no dia 31 de Outubro estive em Alcácer do Sal a assinar protocolos com as bibliotecas escolares do Alentejo Litoral. Tem sido muito boa a adesão de todos os parceiros. Exemplo curioso disso é o dos médicos de família, que nos contactaram no sentido de participar na sensibilização dos jovens pais para a importância de lerem com os filhos. A leitura promove a saúde também. Há estudos que demonstram que quanto maior é o grau de literacia dos cidadãos melhor é o quadro de saúde pública, já que as pessoas mais informadas estão geralmente mais receptivas ao aconselhamento médico [...]"


Fonte e notícia completa: o Primeiro de Janeiro

Clube de Leitura aberto aos adultos na Biblioteca Municipal de Tavira

"A Câmara Municipal de Tavira está a fomentar as reuniões do Clube de Leitura, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos. Os objectivos desta iniciativa são a promoção do livro e o prazer da leitura.
Desde o passado dia 15 de Outubro, que estas reuniões se vêm realizando, com sessões quinzenais que têm lugar às segundas-feiras, entre as 18h30 e as 19h30. O Clube de Leitura destina-se a adultos. Todos os interessados em participar deverão dirigir-se à Biblioteca Municipal, inscrever-se e juntar-se ao clube. Este é um espaço onde a reflexão, orientada e descontraída sobre aquilo que se lê, contribui para uma maior fruição do livro, para a criação de hábitos de reflexão, bem como para a aquisição de coordenadas estéticas que pautem o olhar sobre a realidade. A proposta de leitura para o mês de Novembro é uma obra de Katherine Vaz, intitulada «Mariana», publicada pelas Edições Asa, a qual se insere no módulo temático «Escrita no feminino»."

A Biblioteca Municipal de Porto de Mós promove acções de formação

"A Biblioteca Municipal de Porto de Mós promove no próximo dia 12 de Novembro uma acção de formação intitulada “As histórias e os objectos”, com Mafalda Milhões. Esta acção destina-se a bibliotecários, técnicos de biblioteca, professores, educadores e pais e funcionará das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas, com um mínimo de 15 participantes e um máximo de 25. O objectivo é “criar um espaço de trabalho num tempo onde a imagem e a velocidade aceleram todos os processos de leitura. A obra de referência perde-se e as palavras que precisam de tempo não se dizem e não se ouvem”. Segundo a responsável por esta formação “pretendemos criar e dar a conhecer a mediadores da leitura uma série de ideias que estimulam e dão continuidade à nossa capacidade inata para a leitura”, nomeadamente “criando narrativas simples à volta de objectos e de obras, misturamos os gostos de pais, fi lhos, avós, netos, professores, animadores e outros mediadores da leitura”. Os interessados podem inscrever-se na Biblioteca de Terça a sexta-feira das 10 às 18.30 horas ou através do telefone 244 499 607. Mafalda Milhões mantém trabalhos de animação lúdica e promoção à leitura em escolas, autarquias, associações e outros, com o grupo de contadores de histórias “Os bichos”. Tem também vários trabalhos realizados na área da edição de livros infantis como autora e ilustradora."

quarta-feira, outubro 31, 2007

Arquivo Nacional de Angola quer cooperação portuguesa

" Arquivo Nacional de Angola quer enriquecer acervo histórico e atrair investigadores e financiamentos. Em Portugal, a Directora da Instituição apela a maior colaboração com os Arquivos Portugueses.
O Arquivo Nacional de Angola possui um importante acervo documental datado entre os séculos XVIII e XX, período de vigência da Administração Colonial Portuguesa. Em início de criação, o arquivo pretende oferecer condições para o estudo da História de Angola. Objectivos que Rosa Cruz e Silva, Directora do Arquivo de Angola, expôs em Lisboa, em conferência realizada no Arquivo Histórico Ultramarino, do Instituto de Investigação Cientifica e Tropical. Na conferência intitulada «Arquivo Histórico de Angola versus a investigação histórica», a responsável angolana citou os trabalhos levados a cabo no arquivo de Angola, referindo que «o trabalho tem consistido essencialmente na recolha, tratamento e divulgação de documentos referentes ao processo de colonização». Um trabalho que tem sido difícil pois a Guerra, após a Independência, «destruiu grande parte dos acervos, apesar de ainda ter sido possível recolher alguns nas províncias pelo país», refere a investigadora. Rosa Cruz e Silva adianta que foi possível recuperar muito do acervo histórico, graças à consciência de alguns cidadãos, dizendo mesmo que «houve um funcionário da Conservatória que no período crítico da Guerra, levou para casa os livros de registos e que depois os devolveu intactos e, por isso, hoje fazem parte do acervo do Arquivo Nacional de Angola». Actualmente, o Arquivo Nacional de Angola tem um acervo constituído por 13 mil códices manuscritos, referentes aos séculos XVIII, XIX e XX, e por 5 mil caixas de documentos relativos aos séculos XIX e XX. Existem ainda documentos visuais como fotografias, mapas cartográficos e microfilmes que a especialista refere estar uma grande quantidade em elevado estado de degradação devido à falta de condições de preservação. O sistema informático disponível no Arquivo já permitiu, contudo, digitalizar 1500 postais e catalogar cerca de 25 mil títulos que após terem sido digitalizados estão agora disponíveis on-line e podem ser consultados através do título ou palavra-chave, refere a investigadora. A falta de pessoal e de apoio à formação é, neste momento, a grande preocupação de Rosa Cruz e Silva, ao afirmar que «a falta de pessoal técnico é muito preocupante, pois só com formação e pessoas disponíveis para trabalhar é que será possível fazer mais e melhor». O apoio que tem vindo de instituições exteriores e até de outros países, como é o caso da Torre do Tombo, em Portugal, tem sido fundamental para a formação de pessoal especializado, releva a responsável angolana e adianta que «a colaboração da Torre do Tombo, com cursos de formação para técnicos tem sido muito importante, mas sentimos ainda muita carência a este nível». No decorrer da Conferência, Rosa Cruz e Silva adiantou ainda que os materiais relacionados com a temática do tráfico de escravos, a luta de libertação dos países africanos ou a história contemporânea de Angola são os mais solicitados pelos investigadores, mas que nem sempre é possível disponibilizar essas informações, uma vez que muita da documentação se encontra dispersa por outros arquivos. «Era fundamental que os arquivos em Portugal, como é o caso do Arquivo Histórico Ultramarino, arquivos estrangeiros e de províncias angolanas fizessem chegar até nós essa informação» pede a especialista e reforça que só assim será possível no futuro «enriquecer o legado já existente e disponibilizar informações de grande valor histórico-cultural contribuindo para o aumento da produção historiográfica do nosso país». Divulgar o trabalho desenvolvido pelo Arquivo Nacional de Angola e apelar à cooperação entre os arquivos portugueses foi o objectivo da Directora Angolana com a intervenção no II Ciclo de Conferências Ciência nos Trópicos, do Instituto de Investigação Científica e Tropical. "



terça-feira, outubro 30, 2007

Alunos «abrem» Arquivo Municipal em Reguengos de Monsaraz

"O Arquivo Municipal de Reguengos de Monsaraz (Évora) abriu hoje as portas num edifício centenário da cidade alentejana, com um grupo de alunos de história a ser o primeiro a consultar a documentação existente.
De acordo com a autarquia, o edifício, datado do início do século XX e cujas obras de recuperação custaram cerca de 300 mil euros, corresponde às actuais necessidades de arquivo de documentos do concelho e tem uma capacidade de depósito para fazer face ao crescimento previsível nas próximas décadas.
No rés-do-chão do edifício, onde funcionou a Repartição de Finanças da cidade, ficam instalados os serviços que implicam maior sobrecarga sobre os pavimentos, nomeadamente as salas para depósitos de documentos, recepção, selecção, tratamento e restauro de documentos.
No piso superior funcionam os serviços técnicos, incluindo a direcção, os serviços técnico-administrativos e a sala para consulta pública de documentos.
O arquivo começou hoje a funcionar, de uma forma simbólica, com a abertura da sala de consulta a uma turma de História do nono ano da Escola Secundária Conde de Monsaraz que foram os primeiros munícipes a consultar a documentação histórica existente.
Na cerimónia de abertura, o município de Reguengos de Monsaraz assinou com todas as juntas de freguesia do concelho protocolos de cooperação arquivística com o objectivo de salvaguardar no Arquivo Municipal todo o espólio documental das autarquias.
Esta documentação histórica, remonta nalguns casos, aos inícios do século XIX, ficando o Arquivo Municipal com a responsabilidade de a tratar, acondicionar e divulgar aos munícipes."

sexta-feira, outubro 26, 2007

Biblioteca Municipal de Faro acolhe Curso de Literatura

" A Biblioteca Municipal de Faro foi o local escolhido para a realização de um curso de literatura que vai decorrer entre 12 e 16 de Novembro. Das 18 às 21h00, o curso "Perspectiva da Literatura Portuguesa no Séc. XX" vai ser leccionado por Fernando Cabral Martins e pretende alargar os níveis de conhecimentos sobre esta época literária. Especialista na área da literatura e professor universitário, Fernando Cabral Martins tem-se debruçado especialmente sobre a literatura e cultura portuguesas dos séculos XIX e XX, crítica textual e teoria da edição. Além da carreira de investigador e docente, o responsável por este curso é ainda autor de vários livros. "Alargar os níveis de conhecimentos sobre literatura e cultura portuguesas e sensibilizar para temáticas culturais essenciais para a compreensão do nosso século” são alguns dos objectivos que são apontados pelos responsáveis deste curso. Dividido em cinco momentos, o curso vai passar em revista os temas: "Do impressionismo ao Sensacionismo", "Fernando Pessoa 1", "Fernando Pessoa 2", "Surrealismo e Neo-Vanguardas" e "Formas Contemporâneas". Gratuito, o curso tem limite de inscrições, pelo que os interessados devem dirigir-se à Biblioteca Municipal ou telefonar para o número: 289897500. Encontros com escritores Ferradeira de Brito, José Sequeira Gonçalves e Fernando Nobre são os escritores que vão estar no início do mês de Novembro, na Biblioteca Municipal de Faro. Com uma obra que já atingiu as duas dezenas de livros, Ferradeira de Brito vai estar à conversa com os seus leitores no próximo dia 2. Com início marcado para as 18h00, este encontro conta com apresentação de Vilhena Mesquita e é organizado pela Associação de Jornalistas e Escritores do Algarve e apoiado pela Câmara Municipal de Faro. “Cruz de Portugal” é a mais recente obra de José Sequeira Gonçalves que vai estar na Biblioteca no dia 6, a partir das 18h00. Trata-se de um romance sobre a Instauração da República e os heróis portugueses que combateram na primeira Grande Guerra Mundial. "Gritos Contra a Indiferença" é o nome da obra que vai estar em destaque no dia 8 de Novembro, a partir das 18h30. Escrito pelo presidente da Fundação AMI, Fernando Nobre, este livro conta com apresentação pelo reitor da Universidade do Algarve, João Guerreiro. "
Fonte: http://www.jornaldoalgarve.pt/artigos.asp?varNumero=6904

Semana do aluno- Programação para hoje: BIB

Manhã
VISITAS, SESSÕES de Informação – Documentação e bibliotecas

Tarde
(15H 00m)
Pela sua saúde…visita guiada à exposição "Fisioterapia"
(16H 00m)
Desporto no IPP (Eng.º Daniel; Sr. Castro …)
(16H 15m)
Musica e Drama
Encenação de "viagem pelas publicações da Biblioteca" por grupo de teatro de alunas da ESMAE (Isabel Pinto)
(17H 00m) às (18H 00m)
SESSÃO CULTURAL DE ENCERRAMENTO (Tunas IPP)
Cantuna -Tuna Feminina da ESE; Tuna Feminina do ISCAP
Este é um site interessante para vermos as alterações climáticas dos últimos anos a nível global. Para além do mapa onde podemos ver pormenorizadamente os pontos de que há indicadores, há muitas outras coisas de interesse: explicações, fotos, etc.
Nunca é demais alertar.

http://www.climatehotmap.org/index.html

quarta-feira, outubro 24, 2007

Semana do aluno: programação para hoje- Biblioteca Central

Manhã
VISITAS, SESSÕES de Informação – Documentação e bibliotecas
Tarde
(14H 00m)
Tesuna -Tuna Feminina da ESTSP
(14H 30m)
Informação, Documentação e Processo de Bolonha (Mesa redonda com docentes convidados - Dr.ª Cândida Silva, Dr. Lino Oliveira; alunos do CTDI - Júlio Anjos, Emília Oliveira; Vice-Presidente da AE da ESEIG – Carlos Vale)

terça-feira, outubro 23, 2007

«Informação e Comunicação nos Mass Media» na UP

"As II Jornadas Internacionais: «Informação e Comunicação nos Mass Media», promovidas pela Universidade do Porto (UP), através do Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação (CETAC), vão decorrer entre os próximos dias 25 e 26 de Outubro.
Em destaque estará a temática dos Jornais Online «capazes de competir com as tradicionais edições de papel, computadores transformados em arquivos de informação e documentação e um leque de cursos de comunicação social cada vez mais alargado». Direccionado para a temática da «Produção Noticiosa: Actores e Papéis», o evento integra um conjunto de palestras e painéis de debate que envolvem a «Formação Superior de profissionais de comunicação e informação».
O colóquio decorre no Salão Nobre da Faculdade de Letras da UP e dirige-se a profissionais dos mass media, arquivistas, bibliotecários, documentalistas, gestores de informação, investigadores, docentes e estudantes nas áreas das Ciências da Comunicação, Ciências da Informação e Ciências Documentais. "

segunda-feira, outubro 22, 2007

Semana do aluno: programação para hoje- Biblioteca Central IPP

(14h30)
MOMENTO CULTURAL DE ABERTURA (Tunas IPP)
Tuna Feminina do ISEP; Afrodituna - Tuna Feminina da ESEIG; Tuna de Contabilidade do Porto do ISCAP; Tuna da Escola Superior de Educação do Porto; Gatunos - Tuna Masculina da ESEIG; Tusa - Tuna Académica da ESTGF

(15H 00m)
Sessão de abertura proferida pelo Eng.º Pedro Esteves

(15H 15m)
Associativismo / Responsáveis pelas estruturas académicas dos alunos – Presidente da AE da ESE …

(15H 45m)
Apoio aos Alunos (Gabinete de Apoio ao aluno do IPP (Dr.ª. Ana Isabel Ferreira e Dr.ª Marília Clemente / SASIP – Dr. Orlando Fernandes)

Histórias antigas da Rússia para ver em Mafra

"A Rússia na Biblioteca do Real Paço de Mafra, a exposição que será inaugurada sexta-feira no Palácio Nacional de Mafra, após a cimeira entre União Europeia e Rússia, demonstra o interesse que o país já tinha no tempo de D. João V. Cem obras daquela biblioteca, como cartografias, livros, documentos, e ainda moedas, armas e ícones, alguns cedidos por particulares, estarão patentes na exposição que só abre ao público a partir de dia 29 e fica até dia 26 de Fevereiro.A directora do Palácio Nacional de Mafra disse que quando souberam que a cimeira iria realizar-se ali foram à biblioteca procurar obras sobre a Rússia ou com ela relacionadas e encontraram cerca de 800 títulos. Segundo Margarida Montenegro, o rei D. João V mandou no século XVIII emissários à Rússia para observarem as cerimónias solenes."
Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/10/22/artes/historias_antigas_russia_para_em_maf.html

Arquitecto doa acervo a Arquivo Histórico de Abrantes

"O arquitecto e urbanista Duarte Castel-Branco doou ao município de Abrantes a colecção documental do seu trabalho, projectos constituídos por peças desenhadas e respectivas memórias descritivas que ficarão, doravante, à guarda do Arquivo Histórico Municipal Eduardo Campos.
O presidente da Câmara de Abrantes disse à agência Lusa ser «um orgulho» acolher este acervo documental que considerou «do máximo interesse».
Segundo disse Nelson de Carvalho, esta doação significa um «excelente exercício de cidadania activa» e «um passo em frente no enriquecer do nosso património e na preservação da nossa inteligência enquanto comunidade».
Duarte de Castro Ataíde Castel-Branco nasceu em Macau em 1927, de uma família abrantina, e diplomou-se em Arquitectura com 20 valores, no Porto. Em Itália e em França (Paris) completou a sua formação com estudos de urbanismo. A partir daí desenvolveu uma intensa actividade como professor, urbanista e arquitecto.[...]"